sábado, 5 de maio de 2012

Zênite

Alforria do ar preso no peito
Que expande o diafragma,
Dança de uma alma pura
Afeto ardente como magma.

Desenhos nos muros,
Ataques aos mouros,
Ao ar lanço murros,
Dando fim aos choros.

Por ventura consegui!
Cheguei ao seu coração com diligência,
Porventura, por que não alcançaria?
Sem mais importância, Deus e a Ciência.

Salve! Salve!
A todos os predestinados,
Aos apaixonados,
Àqueles como tu e eu, meu caro
Que assoviam, cantam, alcançam!

Jamill Shafofaire.

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