O Doutor está morto
Tão morto, que não há cura.
E eu, aqui, absorto
Afugentando a paúra.
Será que devo tomar a pílula?
Depois de permear os agravantes
de uma paixão galopante
que afligiu-me da testa à rótula.?
Em estado terminal
de borboletas no estômago
e caraminholas na cabeça
com atos de autômato...
Acabei bem à beça.
Não estava tão mal,
Afinal.
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