sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Lágrimas de Portugal

Quando soube em Petrópolis
Dos anseios de Titília
Demonâo pôs-se em galope
Por todos os Santos
E seu nome de família.
Não fez esforço enorme
Para dar à dama os encantos
De sua máquina triforme.

De volta à vaca fria,
Repousou em um riacho
A cessar a romaria.

Chega, pois, um despacho
Um carta de Portugal
E outra de Bonifácio.

Dando versos ao enredo:
"E agora, José?", disse Pedro
Jazemos à nossa sorte
E o que nos resta agora é a independência
Ou morte.

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