Várzea vazia que clama pelas vozes
Noite nenhuma passa sem algozes
Bonecos buscam pelo sopro da vida
Querem clamar pela ideia querida.
Xícaras tristes sorvem o sofrer
Pratos fundos para aparar os prantos
Das miríades de mentes a morrer.
Nos abraços baços moram as mentiras
Nas palavras rudes passeia a saudade
É na falta de ideias que o poeta dorme.
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