No furor
bravejante da quietude
Ressoa o
clangor das trombetas
O plácido
gutural do poeta
Vibra junto
aos acordes do alaúde
Os ecos das
bramidoras trompas de Jericó
Trazem
nevralgias ao aurículo do Oráculo
Ente que
censura ao cálice com báculo
E cala as
vozes radiosas dos Filhos de Jó.
Em revés,
d'aquele pretérito imperfeito
À eternidade
do trono de Cronos
A voz do
menestrel culminará em seu Direito.
Enquanto
enerva, pragueja às Três Marias
A maldição de
Minerva silenciará como em sepulto
Guardarás
esta quimera até o fim de teus dias.
Jamill
Shafofaire
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