sábado, 29 de dezembro de 2012

Soneto para Tesla

Lânguido flagelo celeste
Que reduz a cinzas os tolos
Desafiantes do filho do pai de Todos.
Desconhecido e temido de leste a oeste.

Veja o que fizeste
Ao fornecer, aos gigantes, engodos
Para ribombar noutra  guerra de estrondos,
Prelúdios de mal e peste.

Derramam os céus o seu pranto
De gotas d'água do Estige.
Os sopros convergindo em canto.

Entre a Sila e o Caríbde
Temeu Jasão o mais mortal encontro
Com o pai de Afrodite.

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