Os modernos não usavam armadura.
Discutiam sobre o ser
Dos reis e da frescura
Pois ninguém haveria de morrer
Passada aquela época escura.
Nos chafarizes de Paris
As pombas faziam arte
Da qual todos faziam parte
Pelas vielas de Florença
A nobreza pintava e bordava
A paisagem e as aparências
No coração daquela ilha,
Partiam à península
Um mascate e sua filha.
Falando em outra língua
E sem nome de família.
Um amigos das estrelas
Olhava para o alto
E esperava algo delas
Pediu à primeira do crepúsculo
Que lhe mostrasse a dama
Com quem sonhava, na grama.
Camille acabou indo a Lausanne
Piero casou com outra aos trinta e oito
Estava escrito nas estrelas:
"Eles foram feitos um para o outro"
Mas ninguém sabia lê-las.
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