Tênue eixo que encosta nuvens,
Suas ninfas iluminam cada dessas poças,
Diminutas fontes de todo resplendor,
Seu revérbero é como alegria das
moças.
Poética penumbra que permeie,
Assim atravesse-me acesa
Com cada gota de luz como aljôfares
E benta sejas, tu e tua sutileza.
A solidão que é trazida pelo
lusco-fusco,
E por cada gota vinda do firmamento,
Ermo álgido que jamais busco,
Brusco devaneio, trôpego e ciumento.
Fantasias chegam às sete com leve
aura,
E engrandecem toda vossa graça.
Faço minha vigília pela barca,
Há de me levar longe do ardor,
Para o mundo dos homens, feito de
fumaça.
Jamill Shafofaire.
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