sábado, 28 de abril de 2012

Os Olhos do Ignoto

Seus olhos escuros,
como pala que guarda preciosa joia,
Contrastam com os sobejos!

Aos raios do alvorecer, sua pele cândida,
Desafiando o Sol com simples maçãs rosadas,
Mostra a altivez da mais bela vestal
aos humildes olhos do ignoto.

Rutilante, a pele formosa,
Faz o platônico sentir-se mais,
porém indefeso e insignificante!
Apesar disso, o sentimento é maior,
É infatigável, imortal,
Nos torna corajosos!

Quem dirá ao apaixonado para que desista!?
Nada diminuirá a intensidade!
O único que vê o infinito!
Ele não vê lascivia, vê algo puro, único;
Ele vê amor!

Jamill Shafofaire

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