Tal
como homem de sentimentos,
Morria
de amores,
Mas não
lhe era motivo de contentamentos.
Vivia
em meio a gigantes austeros;
Como
jovens tolos
Eles
não sabiam admirar;
Gigantes
pobres cheios de ouro;
Não
aprendiam e por isso brigavam entre si.
Apaixonou-se
por uma gigante,
Tão
bela quanto a lua cheia
E o sol
nascente.
Ela,
porém, não o via,
Pois
ele era muito pequeno.
Mas o
pequenino tinha o que os gigantes não tinham,
Sabia
aprender e admirava o que era bom.
Contudo
ela não conhecia
E disso
não sabia.
Então
apaixonou-se por outra gigante,
E esta
o olhava de soslaio,
E ele
imaginou mil amores
E o que
faria por ela.
O resto
não se sabe,
Pois a
história continou
E ainda
havia dois amores...
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